12/01/09

sem titulo

(nó na garganta)

Foi tudo tão fugaz. Acabou. A força tenta entrar em cena mas a saudade grita mais alto. É tempo de deixar ir quem tanto queremos por perto.
Chora baixinho... Eu estou aqui! Uma palavra e vou.
Ao meu lado, o telefone mudo,envolvido num silêncio gritante. Quero que toque e nada.  Na minha cabeça quase que o oiço tocar mas nada. Toca por favor... toca!
Basta um toque e sigo.

Até já.

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