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26/04/12

O silêncio


Tentei voltar a dizer-te mas não sai. 
Não penses, nem tentes imaginar que razões me levam ao silêncio porque nem própria sei o que me faz parar. Nestes momentos só quero fugir. Correr, esconder naquele sitio quieto e escondido onde ninguém me vê, ouve ou sabe que existo. É aí que quero ficar. É aí que me sinto bem. É aí que quero estar para não ter que te explicar o que me faz ser assim... O que me faz ficar sufocada com o silêncio. No fundo, no fundo, não quero mas já não me lembro de como não ser assim. Aliás, o facto de me lembrar de algumas coisas ( isto da memória selectiva é tramado) faz-me ser como sou. Não quero mas sinceramente já não sei como não o ser. Quero conseguir-te dizer o que queres ouvir, quero conseguir-te explicar com palavras o que o meu olhar parece não ser eficaz. Se tiveres paciência, talvez um dia consiga. Talvez um dia o faça. Talvez um dia consiga mostrar-te o mais intimo da minha essência. Para já, fico à tua frente esperando que deixes passar o timming de ter que te responder, que entendas com um olhar o que não te consigo dizer.

21/09/11

As saudades da Maçã

Hoje acordei e olhei para a janela. Aquela vista, turbulenta mas abafada pelo momento. Não oiço nada. Foco-me naquela paisagem urbana que se avista à minha frente naquela Janela. Tomo o pequeno almoço enquanto degusto todas as mil e uma sensações.

De repente toca o tlm. A realidade cai que nem uma bomba e transforma-se. A Paisagem evapora-se e surge a janela e a pintura do costume. Meia atordoada, consigo definir o sentimento que me preenche: Saudade. Do que não sei bem, talvez do que vivi num só sitio, num só momento.

Quero voltar a essa paisagem e ter a oportunidade de recordar mas acima de tudo construir novos momentos e sensações. Sei que volto.. Só não sei quando.

Para já, fica apenas saudades daquela suculenta maçã.

18/08/11

A dúvida persiste

A dúvida ou falta de crença continua presente. Em forma intermitente, lá vai arranjando maneira de suscitar confusão e ansiedade. São estes momentos que me fazem ponderar todo o trilho percorrido mas acima de tudo o que ainda falta percorrer.
Preciso de tempo para cuidar de mim. Mais uma prova colocada por Ti para testar a minha evolução?! Não superada…ainda. Não reagi da forma perfeita e ensinada mas já soube pelo menos o que estou a fazer de errado. Foi um sopro leve que voltou a abanar as minhas estruturas.
Por que raio insisto em não acreditar no reflexo que o espelho exterior e interior me mostra? “esta tudo à frente”. E eu sei disso mas naqueles momentos fulcrais, o visível torna-se invisível aos olhos. Aos meus pelo menos.
Por agora  tento aceitar a não conformidade do eu com a realidade, tento aceitar a inevitabilidade de tudo não depender só  de nos mesmos, tento acreditar que todo o caminho tem o seu tempo e rumo definido.
Agora, só  me resta esperar. Esperar que tudo se resolva, que a turbulência acalme… e que siga o meu caminho. Quanto a ti…paciência. 

27/07/11

Passagem de testemunho

A sensação foi estranha.
Vi-me do outro lado da barricada, aquele sitio onde outrora estiveram os que me querem bem. Por breves momentos, a impotência assolou o meu corpo. Que posso fazer eu para ajudar? Aconteceu-me exactamente o mesmo: o choque, a frustração, a exigência de respostas que teimam em não aparecer. O sentimento de solidão.

Hoje, este telefonema, fez-me reviver um periodo da minha vida que mesmo que pudesse, não esqueceria. Faz parte da pessoa que me tornei. Ajudou-me a ser o que sou.

Agora, deste lado, apesar da intranquilidade que esses momentos ainda me trazem, farei o meu papel. Se o meu conhecimento ajudar, nem que seja a diminuir um pouco o sentimento de solidão, então conte comigo. Não sei o que poderei fazer mais porque infelizmente, esse percurso é seu e coube-lhe  a si caminha-lo.

Qualquer coisa estou por aqui, relembrando que tudo o que se passa, o que se vive.. tem algum sentido. Não compreendido hoje mas ganhando essência com a passagem do tempo.

21/07/11

Espaço meu

Gostava que o meu silêncio se transformasse em letras, frases completas e coerentes.
Todos estes pensamentos fariam sentido se tivessem som ou apenas fazem sentido na turbulência da minha mente? Teria tanta coisa para dizer. Palavras gastas, reincidentes, é certo, mas que continuam a fazer tanto sentido apesar da alteração do rumo.

O silêncio me apraz. A calma me isola mas conforta. O espaço para mim consome-me de tanta falta que sinto.

Parei coberta com a falta de palavras audiveis. Apenas eu as oiço. Apenas eu as expresso, recebo e comunico. Apenas eu. E comigo vou ficando, esperando que mais tarde ou mais cedo esta falta se reduza e se preencha com uma enchente de sons e movimentos.

Para já, fico, atenta ao meu mundo, ao que a mim me pertence mas que, por alguma razão, não permito ninguem entrar. Até já*

24/02/11

ins(ex)pira

Entrei nesta corrida de obstáculos. Sustenho  a respiração uma e duas vezes, de forma a conseguir controlá-la.
Tento manter um ritmo. Tento criar um padrão. As poucos e poucos vou conseguindo com esperança que vire num batimento certeiro, eficaz e cheio de rigor. Um compasso, arriscava dizer-te.
Mas chegas com o teu jeito desastrado, desorientado e deitas o compasso abaixo e tudo recomeça. Um, dois, um, dois... Fecho os olhos para me concentrar e imagino na minha cabeça aquelas imagens que contém uma leveza atroz. Volto ao exercício. A corrida recomeça tendo em conta a linha da meta que se avista ao horizonte. Eu vejo, pois vejo...e ia jurar que estava mais perto.

De repente, olho para ti...estás de volta.

17/02/11

Um dia a porta abre-se

Estás naquele espaço vazio e escuro.
A porta está trancada. Tentas procurar a chave mas alguém a escondeu de forma tão habilidosa e astuta que está difícil de encontrar.  Terás sido tu mesma e a mente pregou-te uma partida? De certo que a escuridão alojada no quarto não ajuda.   Aproveitas a janela. Aquela janela que momentaneamente se abre. Não é durante muito tempo é certo. Mas aproveitas cada bocadinho daquela brecha para iluminares essa busca ou mesmo descansar e recarregar forças. Tudo à luz é mais simples, eficaz, mais leve. Mas quando menos esperas as portadas fecham-se e a escuridão e as buscas retomam.
O cansaço apodera-se do teu corpo e transforma-se em tormento  na cabeça: “mas onde está chave? Quero sair daqui. Não consigo. Não aguento mais isto. Como será o mundo lá fora? “ A resignação apodera-se e a busca pára mais um pouco.
De repente com o vento, volta a entrar a luz pela janela. E zás…volta a fechar-se. A escuridão. No entanto, não faz mal porque te apercebes da preciosidade do que se passa no mundo exterior. Apercebes-te da importância daqueles flashes de luz na tua procura. Por isso… relaxa, respira e pé ante pé, a teu ritmo procura o que te faz sair do escuro.
Não sei quanto tempo demorarás mas tenho a certeza que mais tarde ou mais cedo, essa janela passará a ser apenas uma abertura , não para fora como outrora mas, para o mundo escuro que um dia te prendeu e fez viver de forma brutal e dormente.

17/01/11

À espreita...

Estás ai escondida à espera de uma distracção minha.
Eu vejo-te. Consigo sentir-te neste exacto momento.

Manténs-te viva, atenta e esperas uma oportunidade para criar um carrossel de emoções.  Quero sentir-te longe,  e não no final de cada rua por onde ando. Crias um sobressalto em cada esquina que viro. Tento fingir que não lá estás mas quando menos espero mostras o melhor que há em ti.

Esta luta não é de agora. Ano após ano e mesmo assim continuo a não saber lidar contigo. És voraz e descontrolas-me os sentidos. Dia após dia aprendo a minimizar-te mas sei que será uma luta inglória pois sei que sempre estarás à espreita.

Mas tudo tem um lado bom. E por isso tenho que aceitar essa tua "dadiva". Manténs-me acordada. Viva. Longe da dormência de outros tempos. Espero um dia conseguir controlar-te na medida certa, no ponto  da estrada onde necessito que estejas. Até lá vou apenas tentando, seguindo caminho atenta e ignorando   essas tuas pegadas do passado que parecem querer marcar todo e qualquer tempo verbal da minha breve existência.

09/11/10

baloiço

Te procuro na essência dos sentidos.
Te escondo com medo de te perder.
Aquela perda que ainda não senti, aquela dor que me cega para não voltar a ver.
Te espero suavemente, ansiando o teu ser. Te espero, no baloiço do alpendre, sentindo a brisa e o mar.
E o balanço me leva, e o balanço me traz.... vou e volto.Tal e qual um compasso. O da espera. Rigoroso, certo, eficaz.
Deixo-me levar pelo empurrão do vento, pela leveza do ser. Deixo-me ir até chegares.
E ali, ali fico a sentir até me prenderes. Até chegar o dia em que a cadeira deixe de baloiçar  e eu me  levantar, te dar a mão e agarrar, para não mais te deixar partir.
Até lá... Deixo-me ir. Numa viagem de ida e volta neste meu baloiço empurrado por um compasso de vento.

Por quem foi que me trocaram
Quando estava a olhar pra ti?
Pousa a tua mão na minha
E, sem me olhares, sorri.


Sorri do teu pensamento
Porque eu só quero pensar
Que é de mim que ele está feito
É que tens para mo dar.


Depois aperta-me a mão
E vira os olhos a mim…
Por quem foi que me trocaram
Quando estás a olhar-me assim?

Fernando Pessoa

29/10/10

Sentimento adormecido

Ás vezes penso: porque é que continuas a insistir em entrar na minha vida.
Hoje voltei a sonhar contigo. Hoje voltaste a conseguir entrar. Hoje conseguiste mais uma vez fazer-me sentir algo que pensava esquecido. E porquê? Porquê agora que julgava esquecido. Porquê agora que te sinto mais longe que nunca? Porquê agora que a borracha já apagou o esborratado do lápis?
Hoje voltou a acontecer. Entras quando a mente está livre, sem conceitos morais, sem realismos, sem rede. Mas é ao acordar que sei que a falta dessa mesma rede proporciona tombos, dá dor. Volto a acordar com a sensação de um adormecido. Um adormecido que questiona a verdadeira razão de isto voltar a acontecer.Não sei. Talvez saudades… Do “antes” e não do “durante” ou “depois”. Não sei. Sei que por ti, por mim..não quero. Quero voltar à normalidade.
E vou.
Só ainda não sei como.

28/09/10

Cabeça-de-alho-chocho

De algum tempo para cá tenho duvidado um pouco da minha saúde mental. Coisas que desaparecem, Coisas que escorregam das mãos ou simplesmente coisas que me passam ao lado. Ora vejam estes dois exemplos:

1. Vou eu toda pimpona procurar um presente bem xuxu para a mamã. Encontrei aquele relógio mesmo pimpão. Durante o almoço, ofereço o presente. A Mãe fica felicissima mas como vai de viagem pede para a filha guardar o presente.Até aí tudo bem. Até eu perder o presente e andar feita maluca à procura de uma coisa que não achei...tudo bem.

2. Acordo cedo para ir trabalhar. Acto que por si só custa. Meia a dormir sento-me no comboio do costume. Pouso o saco com o almoço, lanche e afins ao meu lado no chão. Passados 15 minutos chego ao meu destino. Mais uma vez meia a dormir. Chego mais leve ao trabalho e não sei porquê. Áliás, este momento de ignorância rapidamente passa, quando me lembro que  deixei o saco no comboio. Foi-se o almoço, o lanche e afins...

Tenho ou não razões para duvidar da minha cabeça?
Não. Não estou apaixonada... Antes fosse. Estou simplesmente e "caramente" distraída.

30/07/10

O homem que fica...

Sei que quando alguém morre...vira Santo. Toda a gente fala do quão maravilhosa era a pessoa que ja partiu. No caso de António Feio, apenas conheci o que a grande maioria teve o privilegio de conhecer...o grande actor e um grande homem. Sim, porque não dize-lo? Era humano, é certo. Tinha os seus vicios, os seus defeitos mas demonstrou a sua grandeza  na forma com que lutou até ao fim. E é essa forma que me faz hoje escrever este post. Na luta pela vida, todos choramos, desanimamos mas nem todos têm a capcidade de ter o sentido de humor que este Homem teve. Claro, que no seu intimo deve ter tido momentos em que sentiu que ia cair mas a maneira como se aguentou firme até ao fim, e a postura que teve perante a doença, as lições que deu a todos  é de louvar.  O final foi, infelizmente, igual a de muitos outros (o que não deixa de ser ironico num contador de histórias- Espera-se um final feliz) mas ficou uma certeza: a forma corajosa como o fez.

Quanto a mim deixou-me a sede insaciavel de ver mais peças dele...e a audácia de brincar com algo que todos temem (mesmo ele) de viver e falar.

Até sempre* :)

(Deixo as lágrimas de lado e com aplausos me despeço)

02/07/10

Lamechamente Feliz

Hoje estou lamechamente feliz porque recordei coisas que a pressa do dia a dia nos faz esquecer. Hoje, ao parar um pouco deparei-me com uma carta que escrevi há uns tempos onde podia ler todos os motivos por ser tão feliz. Estamos lá escritos? Nem por isso. Alguns talvez. O que é certo, é que mesmo os que estavam ausentes em letras estavam "esparrapachados" naquele texto. E o mais importante: A noção da sortuda que sou. De que o que tenho ser tudo o que preciso. A luta que descrevo no texto felizmente já terminou. Terminou a luta mas ficou a essência e a recordação de que na vida o que mais precisas está simplesmente emaranhado em nós. Em nós e naqueles que gostam de nós.

Portanto, hoje não poderia estar mais feliz. Lamechas e Recordadamente feliz.

16/06/10

The end

Chegou finalmente a hora que ha ja algum tempo esperava. Sinto aquele friozinho da barriga mas estou mais confiante do que noutros dias passados.
Chegou a hora de por tudo em pratos limpos. Não por ti. Não por ela. Por mim. Porque sei que sou bem mais que toda a imundice de historia que quiseram escrever para mim.

Ontem dei tudo. Hoje ainda mais. Não vos darei outra x o que um dia em nada me custou oferecer. Hoje dar-vos é algo que doi. Custa . Fa-lo-ia por obrigação, obrigação essa que felizmente não a tenho, porque pelo menos agora percebo que algo fizeste bem: Ficar onde estás.

Por momentos pensei que tinha sido eu que tinha tido uma grande perda.Por momentos cheguei a pensar que era tudo demasiado para mim. Hoje, sei que estava bem errada. Estou feliz e não preciso de ti para o ser. Hoje sei que tu ganhaste mais com o que te dei do que ao contrario. Agradeço-te apenas por momentos me teres deixado acreditar que estava a viver uma verdadeira história digna de um filme. Mesmo sabendo, que foi tudo uma ilusão e que cai, pelo menos posso olhar para trás e dizer em voz alta que já vivi uma.

De resto... de ti? Nada.
Agora (apesar de a vontade já n ser a de outrora) sigo para a tal conversa. E sei, que depois de hoje, tu passarás realmente a ser apenas mais um capitulo na minha breve história. Capitulo esse que encerrei e que com o tempo se resumirá à insignificância que tem.

Só mais uma coisa. O que te desejo? Nada. Nem mal nem bem, simplesmente não perco mais tempo a pensar em ti.

15/06/10

...

Apetece-me fugir.

(Nem isso sei bem como o fazer.)

Mas não vou.

08/06/10

Guys are Like Math but with no sense at all

Oiço as perguntas à minha volta e sinceramente não tenho resposta para nenhuma delas. Todas têm algo em comum, falam no sexo "desconhecido" masculino. Digo desconhecido porque por mais que viva é sempre terreno que não domino.
Desta vez as dúvidas não saem do meu pequeno cerebro mas depois de feitas ficam...e põe-me a pensar.

O modo é o mesmo mas o resultado pode ser diferente?
A incoerência pode ser uma linha comum de, como diria, coerência?
Algo que um dia não resultou, poderá noutro tempo, noutro espaço ser a equação perfeita?

Tudo muda. Tudo mexe. Mas quanto mais o mundo gira e aprendo as lições de vida menos percebo o sexo oposto. Agora, não é nada que me tire o sono. Já tirou, já me provocou insónias e dor mas agora é mera curiosidade do meu ser.

Adorava dar-vos as respostas que procuram em mim mas, minha queridas, se há uma coisa que aprendi na minha pouca experiência é que não aprendi grande coisa.Para mim os Homens são como a Matemática , não percebo. No entanto, ao contrário desta, não fazem sentido nenhum. Serei má aluna ou esta é uma daquelas disciplinas que foram feita para nenhum aluno passar? Digo isto, porque ao que parece, os próprios professores estão "confusinhos" e não têm muitas certezas sobre as aulas a dar.

04/06/10

My sugar life

Um campo.
Uma casa.
Uma janela com cortinas verdes apertadas com uma fita de pano.
Um cozinha vazia de seres, cheia de vida.
Silêncio.
Um mesa.
Em cima da Mesa um frasco aberto, caido. O açúcar vai caindo lentamente lá de dentro. Continua. Não pára.
__________

A mesa.
A cozinha vazia de seres. E o frasco continua a esvaziar-se até ao dia que chega alguém e tape o vaso, que lhê dê um sentido. Até lá... o doce da vida vai caindo lentamemte, sem propósito, se gastando, sem fim anunciado à vista.

27/05/10

Um Romance Lucrativo

Hoje o meu post vai ser excessivamente materialista mas há dias assim...

Hoje quero romance...Aquele de poder entrar numa loja e comprar O vestido pelo qual me apaixonei.

Hoje quero paixão...Quero ter dinheiro para viajar por terras que sem lá estar já me sinto parte, terras daquelas que me façam sonhar.

Quero "Uma história de amor"... daquelas em que entro na minha abóbora 500, tenho um vestido da Guess e uns sapatos de Cristal da Fly London.

Quero ser surpreendida...quando abro a minha carteira e vejo que posso oferecer o que quiser às pessoas que mais gosto.

Hoje quero um dia de sonho... passado na minha casa. A minha. Aquela que comprei junto à praia e que tem a minha marca por todo o lado que a vista alcance.

Hoje, é mesmo daqueles dias que dava tudo para ser Feliz. Ter um pedacinho daquela felicidade que se compra porque, meus queridos, quem diz que não está claramente em processo de negação ou é rico.

05/05/10

I am the captain of my soul

Out of the night that covers me,
Black as the pit from pole to pole,
I thank whatever gods may be
For my unconquerable soul.

In the fell clutch of circumstance
I have not winced nor cried aloud.
Under the bludgeonings of chance
My head is bloody, but unbowed.

Beyond this place of wrath and tears
Looms but the Horror of the shade,
And yet the menace of the years
Finds and shall find me unafraid.

It matters not how strait the gate,
How charged with punishments the scroll,
I am the master of my fate:
I am the captain of my soul.

17/04/10

Simplici(complexi)dade dum Sim ou não?

"Fizeste-me ter medo de estar sozinha. Pondero com medo de deixar de acreditar. Não quero que me transformes nisso. Sou mais. Quero mais. Acredito em mais. Há mais lá fora do que o teu mundo me mostrou.

Fazes-me parar para me relembrar. Passo fotografia a fotografia, para me lembrar do que sou, do que valho, do quão feliz posso ser.

Por tua culpa, hoje pensei demais. Perdeu a graça. A adrenalina passou. No entanto, o medo ficou. O medo que nos faz pensar no prevalecer da solidão. Terei perdido a oportunidade de por momentos estar nos braços de alguém? Ou tudo isto foi apenas um reflexo do desejo do medo que me incutiste de ficar só?
Como te disse fizeste-me pensar demais.A Solidão versus Vontade. Falou mais alto a falta da segunda. Não tenho medo de dizer que não. Não quero complicar o simples.
É simples...sim ou não? Hoje saiu um não... amanhã quem sabe? Mas uma coisa te garanto..oportunidades essas sei que não vão faltar.E não será o medo que me vai impedir de acreditar."